Você preenche junto com quem está atendendo, copia um link, e ela toca. O plano fica instalado no celular dela — com ícone na tela inicial, funcionando até sem internet.
Escolhe o tipo de plano e monta junto com ela. Um roteiro na lateral mostra o que falta.
Um botão copia o link e a mensagem escrita. Você cola no WhatsApp dela.
O plano abre instalado, com o ícone na tela inicial. Sem cadastro, sem senha, sem baixar nada.
A primeira pergunta é onde ela está, de 0 a 10. Ela toca no número e só aquela faixa aparece. Nada de rolar uma lista inteira quando a cabeça não ajuda.
sinais de alerta · o que já funcionou · primeiro o corpo · falar com alguém
Cada um preenche padrões clínicos diferentes. Tudo editável — os padrões são ponto de partida, não conteúdo pronto.
Adiamento, contexto e ambiente.
Ação oposta e não decidir nada. Base DBT.
Permanência, não interrupção.
Ativa e traz de volta, em vez de acalmar.
Atravessar o momento, com alguém por perto.
Adiar e tolerar. Nunca lista de substitutos.
Não é chat e não tem inteligência artificial conversando com a pessoa atendida. Não avalia risco, não sugere conduta e não decide nada.
Ele executa a lista que você definiu com ela, na ordem que você escolheu. A responsabilidade clínica continua sendo sua, inteira — e o plano pressupõe a avaliação de risco que você já fez.
O plano é embaralhado no seu computador antes de sair. A chave que abre viaja dentro do link, numa parte do endereço que o navegador nunca envia ao servidor.
Psicólogos com registro ativo. O CRP é conferido antes da liberação, por isso o acesso não é imediato: sai em até 12 horas úteis.
Não. Você abre um endereço no navegador do computador e digita seu código uma vez. A pessoa atendida também não instala nada — o plano dela abre pelo link e fica salvo no celular.
O plano dela sim, depois da primeira abertura. É o ponto: material de crise não pode depender de sinal.
Você altera e copia o link de novo — é sempre o mesmo link daquela pessoa. Ela abre e vê a versão nova, sem perder o que já marcou.
Nada. Você perde a criação de planos novos, e todos os planos já entregues continuam funcionando nos celulares deles, por tempo indeterminado. Isso é de propósito: material de crise não se desliga por causa de assinatura.
Não. Limitar paciente em ferramenta clínica cria a decisão errada na hora errada.
Não, e é decisão consciente. Quem monta um plano de segurança gratuito e some deixa uma pessoa com material de um profissional que não está mais no sistema. Existem os 7 dias de garantia legal.
Serve. A recomendação é abrir o link junto com ela na primeira vez, e por vídeo isso funciona igual.